O balão gástrico é uma excelente saída para quem luta contra o sobrepeso, mas não encontra a solução em remédios que visam diminuir o apetite ou dietas restritivas: trata-se da inserção de um dispositivo no estômago por meio de endoscopia, ou seja, sem cirurgias e pode ser realizado em hospitais ou clínicas especializadas, durante apenas vinte minutos.
O método tem a o selo de aprovação da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e consiste em um balão em que são injetados soro e azul de metileno, o que, por conta da região em que é posicionado e do volume que ocupa, proporciona a sensação de saciedade, o que faz com que as pessoas comam menos.
A permanência do balão no estômago deve ser no máximo de seis meses, período o qual os pacientes perdem em média 12% do seu peso inicial, embora para casos em que o nível de obesidade seja elevado, haja a possibilidade a possibilidade de inserção de um novo balão após um mês da retirada do primeiro.
Após a realização do procedimento, é essencial que o paciente se submeta a um programa multidisciplinar, que envolve médicos, nutricionistas, psicólogos e preparador físico, visando manter os bons resultados conquistados. Esse profissionais procuram conscientizar o paciente que, apesar da ajuda no emagrecimento por conta da implantação do galão gástrico, o emagrecimento não se trata de um passe de mágica e que manter uma vida saudável requer empenho por parte do paciente.
As pessoas que se enquadram no perfil ideal para a implantação do balão gástrico são aquelas que se encontram com sobre peso, ou seja, IMC (Índice de Massa Corporal) maior ou igual a 27 e que não tenham obtido resultados com dietas restritivas ou remédios para emagrecer. O procedimento também visa atender às pessoas obesas que não estão dispostas a enfrentar a cirurgia de redução do estômago.
Como a conscientização sobre a adoção de um estilo de vida saudável é o objetivo final da implantação do balão, pacientes que não desejam participar do programa completo com os profissionais da saúde não são indicados para a realização do procedimento, tampouco os portadores de doenças gástricas, que já tenham se submetido a cirurgias abdominais, pessoas com problemas no esôfago, faringe, grávidas, mulheres em período e amamentação ou pessoas com quaisquer vícios.
De acordo com estudos publicados na revista Obesity Surgery, 573 pessoas que realizaram o procedimento eliminaram 48% do peso inicial e reduziram seu IMC em até 5,3 pontos, seguindo também o programa interdisciplinar e um plano alimentar de 1.000 calorias por dia. Após um ano da retirada do balão gástrico, os pacientes conseguiram manter mais de 90% da perda de peso.
A inserção do balão causa náusea, vômito e/ou dor abdominal logo após o procedimento, além de flatulências, causadas por conta do “corpo estranho” colocado no organismo. O procedimento não prejudica a absorção de nutrientes pelo organismo, como acontece com outros métodos que visam o emagrecimento.
Se você deseja calcular o seu IMC, divida seu peso pelo quadrado da sua altura, exemplo: 81 (quilos) x 1,70² = 27,7, ou seja, sobrepeso.
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