Para algumas mulheres, quando o assunto é Cirurgia Plástica, um é pouco, dois é bom, três está (muito) longe de ser demais. Esse é o perfil das viciadas em intervenções estéticas, que buscam a perfeição a todo custo e fazem procedimentos estéticos como quem troca de roupa. Mas isso pode trazer sérias consequências...

O caminho para o exagero

Para começar, vamos detectar uma viciada em Cirurgia Plástica.

O primeiro sintoma é bem fácil de notar: É aquela mulher que nunca está satisfeita com o que vê no espelho.

É comum ver essa mulher aproveitar a fase de recuperação pós-cirúrgica para já programar a próxima plástica ou escolher pacotes promocionais que oferecem “rino+lipo+mama”. Dessa forma, fica claro que ela não precisa corrigir um defeitinho estético, mas deseja operar por operar. A comparação constante com outras mulheres também é uma indicação de que algo não vai bem. Mas elas não agem dessa forma em vão. Alguns motivos podem ser os responsáveis por essa jornada estética.

Entre eles, podemos citar:

Importância da opinião alheia
Eis um motivo bastante comum que leva aos exageros, já que muitas mulheres têm baixa autoestima e são mais suscetíveis à avaliação externa.

A influência da mídia
A mídia tem um papel fundamental nessa ânsia por uma aparência cada vez melhor. Seja pelo uso do Photoshop, seja por intervenção cirúrgica, as celebridades estão sempre com a aparência impecável, rejuvenescidas e com o corpo em dia, tornando-se referências para as mulheres.

Medo de envelhecer
Existem excessos também da parte de quem não aceita o passar do tempo. A plástica precisa ser feita de forma natural para amenizar o passar dos anos, e não escondê-los.

A solução dos problemas
Achar que a Cirurgia Plástica vai garantir um namorado novo ou a mudança de emprego é uma ilusão muito comum. Esta pessoa passa a ver a Cirurgia Plástica como a solução de todos os seus problemas. Não busca uma Psicoterapia para conhecer-se e entender porque está sempre insatisfeita consigo mesma. Recorre ao que é mais rápido e que demanda menos comprometimento e esforços de sua parte.

Distúrbios reais
Em casos mais extremos, esta peculiaridade é, na realidade, um distúrbio chamado dismorfismo, quando a pessoa não se vê como realmente é e percebe o seu corpo disforme e precisando de correções.

Antes de fazer uma plástica, portanto, você deve analisar se essa é sua vontade ou se o que busca é a aceitação de outros. A Pró-Corpo se preocupa com seu bem-estar e segurança, e isto significa informação em primeiro lugar!

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3 comentários

3 comentários sobre “O vício da perfeição

  1. Moro na Italia e muitas mulheres italianas (inclusive jovens) tem exagerado tanto na cirurgia plastica que tem se transformado em uma outra raça de mulheres. Sao todas parecidas… tem o mesmo nariz, a mesma boca, os mesmos seios e colocam tanto botox que parecem de plastico. Chega a ser bizarro.

    Concordo com a Sissy quando diz: “Faria como aparar os cabelos na hora que precisam e o suficiente”.

    Parabéns pelo artigo, Nina!

    Bjs
    .-= Dani´s last blog ..Threadless Tshirt Giveaway at jaypeeonline.net =-.

  2. Ninoca, sabe que eu tenho reparado muitas mulheres artificiais e ainda novas. Eu gostaria sim de dar um jeito naquilo que o tempo está mudando, mas não gostaria de não conseguir me reconhecer. Faria como aparar os cabelos na hora que precisam e o suficiente.
    Bjs
    .-= Sissym´s last blog ..Horinhas preciosas com voce! =-.

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